"Ninguém cometeu maior engano do que aquele que nada fez porque só podia fazer pouco."- Edmund Burke

1. Junte-se a pelo menos uma das associações que estão lutando pelos nossos direitos

Junte-se à ANPCA, à APADDI e/ou a outras associações brasileiras que estão combatendo a impunidade e a destruição do direito de defesa da vida e da propriedade. Mesmo que você não tenha uma arma, sua contribuição sem dúvida é de seu interesse.

2. Leia livros

Nesta guerra de idéias, se armar com conhecimento de fatos é fundamental. Tentar convencer um amigo ou parente ficando enfurecido não funciona. Muito melhor é demonstrar de forma elegante e inteligente que a pessoa está 'equivocada'. Se você acha o desarmamento civil ruim mas ainda não leu nenhum livro sobre o assunto, ao ler um livro como 'Mais Armas, Menos Crimes' você se dará conta de que o nível de desinformação é um ato criminoso da nossa mídia. Esta é uma lista de livros em português: 'Mais Armas, Menos Crimes', 'Armas de Fogo - São Elas Culpadas?', 'Brasil Acossado Pelo Crime' e 'Violência Sem Retoque'. Se você encontrar algum destes livros, recomendo a compra imediata para garantir sua cópia. Caso você possa ler em inglês, o que não falta é livro. Para muitos americanos o debate sobre armas afeta a identidade daquele país já que os fundadores da nação incluíram na chamada 'declaração de direitos' da constituição (que na verdade são as dez primeiras emendas feitas) uma cláusula dizendo que o governo não deve interferir com o direito do povo de "manter e portar armas". Aqui segue uma lista de livros em inglês; o segundo livro cobre de forma fantástica o histórico desta cláusula pró-armas da constituição americana: 'More Guns, Less Crime', 'That Every Man Be Armed', 'The Samurai, The Mountie, and The Cowboy' e 'The Great American Gun Debate'.

3. Escreva

Escrever para jornais e políticos ajuda. Para os jornais, capriche na gramática para aumentar suas chances de ter a carta (ou email) publicada. Não é raro os energumenos dos jornais editarem a carta adicionando erros (minha experiência duas vezes). Se isto acontecer, se conforte com a publicação. Mantenha a carta breve, não maior do que o tamanho médio (em número de palavras) das cartas publicadas no jornal. Para os políticos, seja educado mas não invista muito tempo pois a maioria mal lê a correspondência dos eleitores e alguns nem sabem ler. Se você quer aumentar um pouquinho sua influência, mande uma carta ao invés de um email.

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