NOTA À POPULAÇÃO, IMPRENSA E AUTORIDADES:

Está marcado para o dia 24 de junho próximo o Dia Nacional de Destruição de Armas, organizado pelo Movimento Viva Rio, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério da Justiça.

Neste dia, no Aterro da Glória (Cidade do Rio de Janeiro), serão destruídas cerca de 100 mil armas provenientes do depósito da DFAE (Polícia Civil/RJ). Estas são armas arroladas em inquéritos policiais que lá estavam acauteladas há muitos anos (algumas a cerca de 30 anos).

Para o público leigo, esta pode parecer mais uma manifestação em prol do desarmamento realizada por pessoas preocupadas com a criminalidade e a violência.

Ledo engano!

Essa manifestação foi decidida em reunião na ONU, no dia 30 de março passado. Nesta data foi emitida uma diretriz a todas as ONGs ligadas ao projeto do Governo Mundial que fizessem, em seus países de origem, grandes manifestações de destruição de armas leves como forma de forçar a aprovação de uma recomendação de desarmamento civil universal a ser votada na reunião que se inicia dia 09 de julho próximo em Nova Iorque. O nome sugerido para essas manifestações foi "Small Arms Destruction Day" (Dia da Destruição de Armas Leves) e o método de destruição recomendado foi através de grandes fogueiras (para associar armas a bruxas e espíritos do mal).

Como se vê, a única originalidade da manifestação brasileira é que aqui serão usados rolos compressores ao invés de fogueiras (talvez pelo impressionante número de armas a serem destruídas).

Outro fato curioso é que a data recomendada para essas manifestações foi o dia 9 de julho (para coincidir com a abertura dos trabalhos em NY) mas, no Brasil, o calendário foi adiantado pois entre os dias 26 e 28 de junho estará sendo apreciado no plenário do Senado Federal o substitutivo do Senador Piva, que o governo quer alterar de forma a proibir a posse de armas para os cidadãos brasileiros. Além disso, no dia 9 de julho, comemora-se a Revolução Constitucionalista de 1932, ocasião em que os paulistas pegaram em armas para lutar contra a ditadura, o que configuraria evidente hipocrisia.

A destruição de armamento em condições de uso pelo Estado é um absurdo. Estas armas deveriam antes ser reaproveitadas pelas forças de segurança na manutenção da lei, haja visto que inúmeras corporações policiais brasileiras estão carentes de armamento. Isto está previsto nas normas estabelecidas pelo Exército Brasileiro para a destinação de armamento apreendido, (R-105, Capítulo IV, Artigo 246, Parágrafo 3º), mas contraria a determinação da ONU. Assim, cerca de 20 milhões de reais em patrimônio serão destruídos, sem falar em algumas peças de valor histórico que deveriam ir para museus. Além disso, será usado dinheiro público para um ato político. (Aparentemente serão empregadas verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública para custear o evento).

Como se isso não bastasse, em meio a essas 100 mil armas, existem inúmeros exemplares furtados de seus legítimos proprietários (pessoas físicas e jurídicas) e que foram apreendidas, posteriormente, com a marginalidade. Seus proprietários nunca foram comunicados dessa apreensão e agora terão sua propriedade particular destruída pelo Estado, num ato flagrantemente inconstitucional.

Como se pode perceber, nem a legalidade, nem a Segurança Pública, nem o dinheiro dos contribuintes são preocupações dos organizadores da manifestação. Qualquer pessoa de bom senso sabe que é a presença de armas em algumas casas que inibe os criminosos de entrarem pela porta da frente de nossos lares e barbarizarem nossos entes queridos e nosso patrimônio.

Na realidade, o único compromisso dessas ONGs é com o estabelecimento de um governo mundial, sem fronteiras para o grande capital e onde a soberania dos países será limitada. Nessa Nova Ordem é considerada uma temeridade e um "excesso de liberdade" o cidadão possuir armas. Isso explica porque certas ONGs (destacando-se o Viva Rio) são financiadas por grandes grupos econômicos estrangeiros enquanto outras vivem à míngua. Lamentavelmente, o Ministério da Justiça no governo FHC se confunde com o Viva Rio.

As instituições abaixo assinadas repudiam esta manifestação como sendo mais um passo no sentido da recolonização do país e alertam a população e as autoridades públicas para que não se deixem enganar quanto as reais intenções da agenda internacional do desarmamento civil.

Assinam esta Nota:

Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas - ANPCA
Frente Tiradentes de Libertação Nacional
Associação de Defesa da Cidadania - ADECI
Sindicato dos Guardas Municipais do Estado do Rio de Janeiro
Associação Brasileira dos Colecionadores de Armas - ABCA

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CIDADÃO: MESMO QUE VOCÊ NÃO QUEIRA TER ARMAS, NÃO ABRA MÃO DESSE DIREITO.

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